O presidente estadual do MDB e pré-candidato a deputado estadual, Walter Alves, aparece entre os nomes mais citados na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, de acordo com a pesquisa TS2/TCM divulgada nesta terça-feira (28). Entre os integrantes da nominata do MDB, Walter é o mais bem colocado no levantamento.

O resultado reforça o fortalecimento da pré-candidatura de Walter Alves, que tem intensificado a agenda de visitas aos municípios, reuniões com lideranças políticas e encontros com apoiadores em todas as regiões do estado, ampliando o diálogo e consolidando apoios para as eleições deste ano.

Além de liderar a nominata do MDB, o desempenho na pesquisa confirma a competitividade do projeto político construído por Walter Alves e evidencia o reconhecimento ao trabalho desenvolvido ao longo de sua trajetória pública em favor dos municípios e da população do Rio Grande do Norte.

A pesquisa TS2/TCM ouviu 1.800 eleitores em 70 municípios do Rio Grande do Norte, entre os dias 22 e 25 de julho.

O levantamento tem margem de erro de 2,3 pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrado na Justiça Eleitoral sob os números BR-06751/2026 e RN-02277/2026.

O dia 15 de agosto marca o encerramento da programação do Pavilhão Cultural da Festa de Agosto 2026 com um momento especial de fé, música e emoção.

A noite contará com a apresentação da talentosa e reconhecida cantora Ana Lúcia, da Comunidade Canção Nova, que levará ao público um show de louvor e evangelização, encerrando a programação cultural em sintonia com a devoção à padroeira Nossa Senhora da Guia.

Pavilhão Cultural – Rua Otávio Lamartine – 15 de agosto

O número de estelionatos por meio eletrônico no Rio Grande do Norte cresceu 12,6% em 2025 em comparação a 2024, segundo dados do 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Segundo a Polícia Civil do Rio Grande do Norte (PCRN), as fraudes mais recorrentes são o golpe do falso advogado e os esquemas que prometem investimentos ou ganhos fáceis com criptomoedas.

De acordo com o levantamento, foram registrados 5.435 boletins de ocorrência por estelionato digital no estado, o equivalente a uma taxa de 157,3 casos para cada 100 mil habitantes.

O delegado Dalmar Oliveira, da Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC), afirma que as investigações para cybercrimes costumam ser complexas. “O índice de identificação é expressivo. Boa parte dos autores acaba sendo identificada. No entanto, trata-se de uma investigação complexa e demorada, que exige atenção redobrada dos investigadores, sobretudo pela natureza digital e interestadual dos crimes”, explica.

Também figuram entre os crimes mais comuns as invasões de dispositivos eletrônicos, com destaque para o golpe do falso gerente bancário, em que o criminoso convence a vítima a instalar aplicativos de acesso remoto no celular ou computador.

A atuação de criminosos localizados em outros estados é um dos principais desafios enfrentados pelas forças de segurança. Segundo o delegado, a necessidade de articulação com delegacias de diferentes regiões do país e o cumprimento de prazos processuais tornam as investigações mais demoradas pela dependência de informações e diligências realizadas por terceiros.

Os criminosos costumam direcionar suas ações para públicos considerados mais suscetíveis a abordagens fraudulentas. “Os criminosos miram principalmente idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade, que costumam ter menos familiaridade com tecnologia ou estão em momento de fragilidade emocional”, afirma Dalmar Oliveira.

O crescimento dos golpes digitais acompanha a ampliação do acesso à internet, aos smartphones e aos serviços online, segundo Lucas Cruz, membro da Comissão de Direito Digital da OAB/RN. “Quanto mais pessoas estão na rede, mais atrativo esse ambiente se torna para a prática de crimes”, afirma.

Segundo Cortez, a utilização de dados pessoais e, mais recentemente, de ferramentas de inteligência artificial tem tornado as fraudes cada vez mais sofisticadas. A tecnologia vem sendo usada para criar perfis falsos, conteúdos enganosos

Para evitar prejuízos, ele recomenda que os usuários sempre verifiquem a autenticidade de mensagens, e-mails, ligações e páginas na internet antes de realizar pagamentos ou fornecer informações pessoais. A orientação é buscar canais oficiais das instituições e desconfiar de cobranças urgentes, além de usar a verificação de dois fatores e a troca periódica de senhas. “É importante sempre confirmar a autenticidade de um contato, seja uma mensagem, um e-mail que você recebe, uma correspondência ou mesmo de um site”, explica.

MED amplia chances de recuperar valores após golpes

Vítimas de golpes envolvendo transferências via Pix podem recorrer ao Mecanismo Especial de Devolução (MED), criado para facilitar a recuperação de recursos em casos de fraude. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o cliente tem até 80 dias após a transação para registrar a contestação junto à instituição financeira.

Em nota, a entidade disse que, após a reclamação, os valores existentes na conta do recebedor podem ser bloqueados para análise e, caso a fraude seja confirmada, devolvidos à vítima. A recuperação, no entanto, depende da disponibilidade de recursos na conta utilizada pelo criminoso.

A Febraban destaca que a versão mais recente da ferramenta ampliou o alcance do rastreamento dos recursos. “O MED 2.0 permite o bloqueio de valores até outras camadas de triangulação do recurso. O objetivo é reduzir a prática das diferentes modalidades de fraudes e golpes utilizando o Pix como meio”, informou a entidade.

Orientações

1 – Acione imediatamente o Mecanismo Especial de Devolução (MED), no caso de transferências via Pix;
2 – Entre em contato com o banco para informar a fraude e solicitar as medidas cabíveis;
3 – Registre um boletim de ocorrência;
4 – Guarde comprovantes, extratos, mensagens, e-mails e demais evidências do golpe.

O TJ-MG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais) determinou que a Itambé indenize em R$ 8 mil por danos morais uma consumidora que encontrou uma lagartixa dentro de um pote de iogurte sabor morango da marca. A informação foi divulgada pelo próprio órgão nesta terça-feira (28).

De acordo com o processo, o caso aconteceu em 2013. Uma mulher comprou duas bandejas do produto em um supermercado e, ao abrir uma delas, encontrou o animal. Um laudo do Instituto de Criminalística da Polícia Civil de Minas Gerais confirmou a presença da lagartixa de cerca de 8 centímetros dentro da embalagem.

A consumidora registrou um boletim de ocorrência, tirou fotos e, com o cupom fiscal, acionou a empresa. No entanto, a cliente não recebeu uma resposta satisfatória. Ela acionou a Justiça pedindo o reconhecimento de danos morais e materiais.

Os pedidos foram parcialmente deferidos na 1ª Instância, resultando no pagamento de danos morais para a mulher. A Itambé recorreu e apresentou laudos para sustentar que seria impossível haver um animal na embalagem, afirmando que, como não foi realizada perícia técnica judicial, a condenação teria sido baseada só nas fotos apresentadas.

Contudo, o relator do recurso, o desembargador Marco Aurelio Ferenzini, reforçou que a responsabilidade do fabricante pelos danos causados ao consumidor independe da existência de culpa.

Fonte: Poder 360

A Justiça do Trabalho do Rio Grande do Norte recebeu 50 novas ações por assédio sexual no ambiente de trabalho nos cinco primeiros meses de 2026, segundo dados do Monitor do Trabalho Decente, ferramenta do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT). Desse total, 34 processos foram registrados em Natal. O número representa aumento em relação ao mesmo período de 2025, quando foram registradas 38 novas ações por assédio sexual no Estado.

Considerando o período entre outubro de 2024 e julho de 2026, o Rio Grande do Norte contabilizou 180 processos relacionados ao tema. Desse total, 172 deram entrada em primeiro grau e oito em segunda instância na Justiça do Trabalho potiguar. Somente no primeiro semestre de 2026, ingressaram 50 novos processos em primeiro grau e 17 em segunda instância. A maioria das reclamantes é formada por mulheres.

O Monitor do Trabalho Decente reúne dados sobre decisões e acórdãos da Justiça do Trabalho desde 1º de junho de 2020. Desde 1º de outubro de 2024, a ferramenta passou a considerar processos relacionados ao tema e, a partir de 15 de janeiro de 2025, ampliou a base de dados para incluir também as ações que deram entrada na Justiça do Trabalho, além dos processos já julgados.

Entre junho de 2020 e julho de 2026, foram julgados 254 processos sobre assédio sexual em primeiro grau no Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN). No mesmo período, outros 132 processos foram julgados em segunda instância.

Os dados também apresentam a distribuição dos casos por setor de atividade entre os processos iniciados ou julgados no período de outubro de 2024 a julho de 2026. As maiores ocorrências foram registradas em ações envolvendo pessoas físicas, com 27 casos, seguidas pelos setores de teleatendimento, com 22, bancos e instituições financeiras, com 13, comércio, com oito, hotéis, também com oito, administração pública, com seis, além de 12 processos classificados como não definidos.

No cenário nacional, o Monitor do Trabalho Decente registrou 22.998 novos casos de assédio sexual na Justiça do Trabalho entre outubro de 2024 e julho deste ano. Somente ao longo de 2025, o número foi de 12.813 novas ações trabalhistas — um crescimento de 40% em relação a 2024.

Medo da demissão ainda impede denúncias, diz juíza

O aumento das ações por assédio sexual na Justiça do Trabalho reflete uma maior conscientização sobre o tema, mas ainda convive com a subnotificação de casos. A avaliação é da juíza Fátima Christiane Gomes de Oliveira, ouvidora da mulher no Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN).

Segundo a magistrada, o primeiro passo para quem sofre ou presencia uma situação de assédio é compreender que esse tipo de conduta não deve ser tratado como algo normal. “O primeiro passo é reconhecer que o assédio sexual nunca deve ser naturalizado. Se possível, a vítima deve registrar os fatos, guardar mensagens, e-mails ou outros elementos que possam servir como prova e procurar os canais internos da empresa, especialmente a Ouvidoria, quando houver, além do setor de Recursos Humanos ou do canal de denúncias”, disse, em entrevista ao AGORA RN.

Na avaliação da juíza, o crescimento das denúncias está relacionado à maior conscientização da sociedade sobre o tema. Ela ressalta, porém, que muitos episódios ainda não chegam ao conhecimento das autoridades.

“Na minha experiência, percebo que hoje há uma conscientização maior sobre o tema e, por isso, mais pessoas têm procurado denunciar. Isso é um avanço. Ainda assim, sabemos que muitos casos permanecem em silêncio, seja pelo medo de represálias, pela dificuldade de produzir provas, pelo sentimento de culpa que algumas vítimas acabam assumindo ou mesmo pelo receio da exposição pública.”

Entre os principais obstáculos para denunciar, o receio de perder o emprego continua sendo um dos fatores mais relevantes. “Além do medo da demissão, muitas vítimas temem a estigmatização, a descrença em relação ao seu relato ou até mesmo represálias no ambiente de trabalho. Por isso, é fundamental que as empresas ofereçam canais seguros de denúncia, acolhimento, escuta ativa e proteção contra qualquer forma de retaliação.”

A magistrada destaca que as empresas têm responsabilidade direta na prevenção e no enfrentamento do assédio sexual. “A empresa tem o dever de prevenir o assédio e agir prontamente diante de uma denúncia, apurando os fatos com sigilo, protegendo a vítima e adotando as providências necessárias. Além disso, deve investir em ações preventivas, como treinamentos, políticas internas e canais de denúncia eficazes. A empresa que se omite também pode ser responsabilizada.”

Caso a empresa não adote medidas para interromper a conduta ou quando houver violação de direitos, a vítima pode recorrer aos órgãos competentes. “A vítima pode buscar a Justiça sempre que seus direitos forem violados ou quando a empresa não adotar medidas eficazes para apurar os fatos ou interromper o assédio. Além do Poder Judiciário, pode recorrer ao Ministério Público do Trabalho, aos sindicatos e, quando a conduta configurar crime, à Polícia Civil. O mais importante é que saiba que não está sozinha e que existem instituições preparadas para acolher, orientar e proteger quem denuncia.”

Definição

No âmbito trabalhista, o assédio sexual tem definição mais ampla do que a prevista no Código Penal. Na Justiça do Trabalho, caracteriza-se por qualquer conduta de conotação sexual indesejada, verbal, não verbal ou física, praticada no ambiente de trabalho. Já o Código Penal restringe o crime aos casos em que o autor se aproveita da posição de superior hierárquico para obter vantagem ou favorecimento sexual. A legislação penal, porém, não abrange todas as formas de assédio, que também podem configurar crimes como importunação sexual, violência sexual mediante fraude ou estupro.

A Justiça do Trabalho desenvolveu uma cartilha com informações acessíveis ao público, disponível em: www.tst.jus.br.

 

O Museu do Seridó abre, nesta quarta-feira, 29 de julho, a exposição “Padre Tércio é uma Biblioteca”, a primeira mostra realizada no espaço após sua reabertura. A exposição presta homenagem à trajetória e ao legado de uma das personalidades mais marcantes da história de Caicó e do Seridó e ficará em cartaz até outubro de 2026, reunindo objetos que ajudam a preservar e contar a história de Padre Tércio.

Reconhecido por sua atuação que ultrapassou os limites da vida religiosa, Padre Tércio teve papel fundamental na educação, na comunicação e na valorização da cultura seridoense. Sua contribuição permanece viva na memória da comunidade e inspira novas gerações por meio do conhecimento, do compromisso social e do amor pelo Seridó.

A mostra reúne um acervo composto por roupas, relógios, itens de decoração, livros, móveis e outros objetos pessoais que fizeram parte do cotidiano de Padre Tércio. Cada peça oferece ao visitante a oportunidade de conhecer aspectos de sua vida e compreender a dimensão de seu legado para a história e a identidade cultural da região.

Além de homenagear Padre Tércio, a exposição marca um novo momento para o Museu do Seridó, sendo a primeira aberta ao público desde a reabertura da instituição. A iniciativa reafirma o compromisso do museu com a preservação da memória, da história e do patrimônio cultural seridoense.

Nesta quarta-feira (29), excepcionalmente, a exposição poderá ser visitada das 8h às 20h. Em razão da programação da Festa de Sant’Ana, o Museu permanecerá fechado na quinta (30) e na sexta-feira (31), retomando a visitação após o encerramento dos festejos.

Serviço

Exposição: Padre Tércio é uma Biblioteca
Abertura: Quarta-feira, 29 de julho de 2026
Horário de abertura: Das 8h às 20h
Visitação: Até outubro de 2026 (com retomada após a Festa de Sant’Ana)
Local: Museu do Seridó – Rua Amaro Cavalcante, 123, Centro, Caicó (RN)

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria de Estado da Administração (Sead-RN), prorrogou o prazo de inscrições para o concurso público aberto pelo Edital nº 002/2026 destinado à Secretaria da Administração Penitenciária.

Com a mudança divulgada no Diário Oficial do Estado, nesta terça-feira (28), os interessados têm até às 23h59 do dia 5 de agosto de 2026 para realizar a solicitação de inscrição. Os procedimentos devem ser feitos exclusivamente pela internet, no site da banca organizadora, o Instituto Avalia (www.avalia.org.br).

Novos prazos e pagamentos

  • Pagamento do boleto: A taxa de inscrição poderá ser paga em toda a rede bancária até o dia 7 de agosto de 2026.
  • Isenção indeferida: Candidatos que tiveram o pedido de isenção negado após recurso podem refazer a inscrição no site até 5 de agosto e efetuar o pagamento do boleto até a data limite.
  • Envio de documentação: O prazo para envio de laudo médico (solicitação de condições especiais na prova) e documentação referente ao uso do nome social também foi prorrogado até 7 de agosto.

Próximas etapas do cronograma

A divulgação do edital de deferimento das inscrições está prevista para o dia 12 de agosto de 2026 no site do Instituto Avalia. O período para interposição de recursos contra eventuais indeferimentos ocorrerá nos dias 13 e 14 de agosto.

A administração estadual reforça que as demais datas estipuladas no cronograma original do certame — incluindo o dia de aplicação da Prova Objetiva — permanecem inalteradas.

Para mais informações e acesso aos editais completos, os candidatos devem acompanhar as atualizações no portal oficial da banca (www.avalia.org.br).

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte informa que investiga o desaparecimento de Daniel Silva de Oliveira, de 40 anos, professor de futebol que atua em projeto social na capital potiguar.

O boletim de ocorrência referente ao desaparecimento foi registrado no último domingo (26). Posteriormente, a investigação foi encaminhada à Divisão de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), por meio da Delegacia de Desaparecidos, que dará continuidade às diligências com o objetivo de localizar Daniel e esclarecer as circunstâncias do desaparecimento.

A Polícia Civil reforça que informações que possam contribuir para a localização de Daniel Silva de Oliveira podem ser repassadas, de forma anônima, por meio do Disque Denúncia 181.

Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Norte (Emater-RN) iniciou, neste mês, a execução do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) no estado. Ao todo, a iniciativa contará com R$ 5,4 milhões para fortalecer a agricultura familiar e ampliar o acesso a alimentos para famílias em situação de vulnerabilidade.

Além disso, o programa beneficiará a população em geral, comunidades quilombolas e, pela primeira vez, povos ciganos do Rio Grande do Norte.

Programa investe R$ 5,4 milhões

O investimento total do Programa de Aquisição de Alimentos soma R$ 5,4 milhões.

Desse montante, R$ 3,3 milhões serão destinados à modalidade Compra com Doação Simultânea (PAA-CDS). Além disso, outros R$ 2 milhões financiarão o PAA Quilombola, que contempla comunidades tradicionais do estado.

Pela primeira vez, parte desses recursos também atenderá comunidades ciganas potiguares, ampliando o alcance social da política pública.

Os recursos, provenientes do Ministério do Desenvolvimento Social, Família e Combate à Fome (MDS), beneficiarão um total de 104 municípios em todo o território estadual na modalidade PAA-CDS, e 24 municípios na modalidade PAA Quilombola, e cinco municípios onde vivem povos ciganos.

Produtos da agricultura familiar

O objetivo central do PAA é adquirir produtos da agricultura familiar e distribuí-los para instituições socioassistenciais, ou diretamente aos beneficiários, através de kits de alimentos. O programa fortalece a agricultura familiar potiguar, promovendo o acesso dessa produção aos mercados institucionais e movimentando a economia local, além de garantir a segurança alimentar para populações em situação de vulnerabilidade.

A metodologia de alocação de recursos priorizou municípios inseridos em contextos climáticos e sociais específicos, utilizando recortes como o impacto da seca e o Índice de Progresso Social (IPS) para determinar as prioridades de investimento.

Para o PAA, foram cadastradas 414 entidades socioassistenciais para participação; 842 produtores fornecedores, sendo 256 com Cadastro Único ativo, o que representa cerca de 30,4% do total de cadastrados. As mulheres são maioria entre os fornecedores: 522 (62,0%) são do sexo feminino e 320 (38,0%) do sexo masculino.

Edital PAA Quilombola

A partir deste ano, o PAA Quilombola tem um edital próprio com recursos específicos, totalizando R$ 2 milhões. Nas edições 2024 e 2025 do programa, os investimentos estavam inseridos na modalidade Compra com Doação Simultânea. A partir de agora, as duas modalidades funcionarão de forma independente.

O PAA Quilombola atenderá municípios das regiões de Assu, Caicó, Currais Novos, João Câmara, Mossoró, Pau dos Ferros, Umarizal, São Paulo do Potengi e São José de Mipibu.

Além disso, a Emater-RN iniciou a entrega de alimentos aos povos ciganos que vivem no estado, nos seguintes municípios: Rafael Fernandes, com 29 famílias; Tangará, com 20 famílias; Equador, com 14 famílias; Cruzeta, com 37 famílias; e Florânia, com 08 famílias.

Um casal foi preso em flagrante suspeito de matar o próprio filho recém-nascido logo após o parto, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A mãe confessou o crime à Polícia Civil e afirmou que o bebê nasceu com vida. O pai também prestou depoimento e admitiu ter colocado o corpo da criança em um saco plástico.

De acordo com a Polícia Civil, o caso ocorreu em Jardim Primavera. A mulher teria entrado em trabalho de parto durante a madrugada e acionado o companheiro para ajudá-la. Após o nascimento, ela passou mal e foi levada por familiares para um hospital da região. Na unidade, profissionais de saúde perguntaram onde estava o recém-nascido.

Conforme informações publicadas pelo O Globo, familiares informaram que a criança havia morrido e estava em um cômodo nos fundos da casa. O corpo foi levado ao hospital, e a Polícia Civil foi acionada para apurar o caso.

Em depoimento, o pai afirmou que o bebê nasceu com vida e chegou a chorar. Segundo a versão dele, a mãe teria provocado a morte da criança. Ele disse aos policiais que, depois disso, colocou o corpo em sacolas plásticas e o deixou em um cômodo da residência.

“Peguei dois sacos […] e, do jeito que ele estava, só enrolei ele. Não apertei nem nada […] Coloquei ele desse jeito na sacola e deixei lá onde estava”, detalhou o pai.

A mãe, no entanto, apresentou outra versão à polícia. Ela confessou ter matado o filho e afirmou que o companheiro também participou do crime. No depoimento, a mulher disse que sabia da gravidez havia cerca de dois a três meses e que não queria a criança.

“A criança saiu com vida. Eu a escutei chorando e pedi ao pai que a retirasse do local. Ele ficou perdido, não sabia o que fazer. Eu disse: ‘Eu não quero a criança’, e ele falou: ‘Então, eu também não quero'”, relatou.

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